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Elegância da Atrelagem e tradição do Polo, juntas no mesmo evento em Indaiatuba


Toda a elegância da Atrelagem e a tradição do Polo estarão juntas no evento que o Helvetia Polo Country Club, Indaiatuba (SP), realiza neste sábado (28/10). Atrelapolo Master 2017 apresenta um conceito inédito ao reunir duas das mais charmosas competições a cavalo. Atrelagem vem capitaneada por uma das pioneiras do esporte no Brasil - Ana Carolina Borja de Almeida, diretora da modalidade na CBH; Polo será representado por equipes Master, com os seguintes nomes já confirmados: Vico Coutinho, Sergio Cardoso, Carlos Mansur, Adolpho S. Naves, Antonio Moroni, Luiz Ferraz N. e Antonio A. Ferreira.

Além da prova de Atrelagem e o jogo amistoso de Polo, o “Atrelapolo Master 2017” também reserva espaço especial para a criançada, com recreação da Cia de Pôneis e feijoada no almoço.

Atraindo todos os olhares

Na Atrelagem Esportiva, tudo se transforma em ponto de interesse, por tratar-se de esporte relativamente novo no país. Movimentos sincronizados e ritmados dos animais, conjuntos de arreios maravilhosos, a elegância dos condutores vestidos a caráter, tudo isso é somado à habilidade e destreza na superação de cada obstáculo para fazer um show à parte.

Na competição de Atrelagem deste sábado (28/10), a partir das 13h, o que está em jogo na prova de Maneabilidade (Cones) são os pontos válidos para a 3ª Etapa do Ranking CBH (Confederação Brasileira de Hipismo). Essa é a penúltima etapa do ano e conta com 25 inscritos nas categorias Infantil, Iniciante, Amador, Master e Profissional, que disputam em single (um cavalo), parelha (dois cavalos) e quadra (quatro cavalos).

Destreza e precisão

A prova de Maneabilidade, chamada "a prova dos Cones", tem por objetivo testar o preparo, a obediência e agilidade dos cavalos, além da habilidade e competência dos condutores dentro de um percurso com cerca de 12 passagens, comportando círculos, serpentina e obstáculos combinados, com espaço excedente de apenas 30 cm em relação à largura (bitola) do veículo e 40 cm para as carruagens tracionadas por quatro cavalos. A velocidade é cronometrada e o tempo máximo concedido para fazer a prova é de 200 metros/minuto. Erros, tais como o derrube das bolinhas colocadas na ponta dos cones, ou dos próprios cones, são penalizados com pontos ou segundos acrescidos ao tempo final do percurso. O desenho do percurso da 3ª Etapa é creditado à juíza e course designer Susana Reinhart Cintra. Ana Carolina Borja, diretora de Atrelagem da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e Marina Suguimoto estão à frente da organização da prova.

Ana Carolina Borja, diretora de Atrelagem da CBH, conduz a quadra: ERÓTICA, ERVA DOCE, VIAJOR E SEMANEIRO

Eduard Schönburg conduz Esmeralda, da raça Crioula

Antonio Souza, o mais experiente condutor de Atrelagem no Brasil, com a quadra Lusitana da fazenda Interagro: Cagliostro, Crispim, Comanche e Demócrito.

Sobre a Atrelagem

De origem grega, a Atrelagem nasceu como meio de transporte e se desenvolveu à época do Império Romano. Atingiu o apogeu no século XV, quando conquistou a realeza e aristocracia européia, ganhando status de modalidade esportiva com o surgimento do automóvel. Como esporte, nasceu inspirada no Concurso Completo de Equitação (CCE), com o objetivo de mostrar a versatilidade do condutor às rédeas de um ou mais cavalos atrelados a um “carro” (carruagem, trole, charrete etc).

Em 1970, quando competições já eram praticadas em mais de 20 países da Europa e América do Norte, a Atrelagem foi reconhecida como esporte pela Federação Equestre Internacional (FEI), que passou a promover provas de Adestramento, Maneabilidade/Cone e Maratona, além do Concurso Completo que é composto pelas três provas juntas.

As provas são separadas em categorias por idade e porte físico dos animais, divididas pelas classes de um animal (Single), dois (Parelha) e quatro animais (four-in-hand ou Quadra).

Não existe limite de idade para competir na Atrelagem Esportiva; homens e mulheres disputam em igualdade, seja como condutor ou groom (o auxiliar do condutor, que fica atrás do “carro” fazendo o contrapeso e dando equilíbrio).

No Brasil

A Atrelagem Esportiva foi reconhecida oficialmente pela Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) em dezembro de 2009. Na mesma época, surge a Associação Brasileira de Atrelagem (Abrat). Em 2011, a CBH promove o primeiro Campeonato Brasileiro de Atrelagem, aberto a todas as raças, além do primeiro ranking da modalidade no País. Desde então, a Atrelagem Esportiva tem apresentado resultados positivos, agregando ano a ano um número maior de competidores e raças - de pôneis aos pesados Bretões e Clydesdales -, e já reúne mais competidores em provas de Adestramento e Maneabilidade/Cones “do que o Chile e a Argentina, países que há mais tempo praticam o esporte”, garante Ana Carolina Borja.

Tecnicamente, cavaleiros e cavalos têm evoluído gradualmente, muito em razão do investimento em clínicas e cursos. A aquisição de “carros” e arreios na Europa também contribuem para tal evolução. No entanto, "a maior dificuldade para uma evolução ainda maior reside na falta de mão de obra especializada para treinamento de condutores e cavalos", observa a diretora de Atrelagem da CBH.

Atrelapolo Master 2017 III Etapa do Ranking Brasileiro de Atrelagem (Maneabilidade/Cones) Sábado, 28/10 – 13h Helvetia Polo Country Club Avenida Hurlinghan, 394 Indaiatuba – SP (19) 3875-4566

fonte: Assessoria de Imprensa CBH (Rute Araujo)

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